Covil

O pior PARALÍTICO é aquele que não quer andar.
Quem MORRE por gosto não cansa.
Quem muito se ARMA, muito se fode.
Mais depressa se apanha um mentiroso do que um COXO.

Sunday, October 30, 2005

Episódio 6 - Revelações

Com uma postura defensiva e rígida e um ar másculo, preparando a voz de forma a esta sair rouca e perturbada, Fifi Florzinha entra, repentinamente, na sala onde Quim Zé e Gisele se enroscam ordinariamente, num sofá mesmo muito bom, de uma marca mesmo muito muito boa. “- O seu pai espera por si no carro mesmo muito bom.” “- Tenho de ir moreee. Depois do almoço, espero por ti no ‘Clube dos Podres de Rico’. Inté.” Depois de Quim Zé sair da sala, Gisele interpela Fifi que parecia, estranhamente, não retirar os olhares da traseira de Quim Zé. “- Fifi. FIFIIII.” Com um olhar de ódio, Fifi responde: “- Siiimmmm.” “- Podias-me trazer um chá?” “- É já a seguir. É ké JÁ a seguireeee.” E sai da sala.

Dentro do carro mesmo muito bom de Afonso Nãofaznenhum, este, acerta os últimos detalhes com o seu filho, antes de se reunirem com os donos da lixeira municipal para chegarem a um acordo no projecto “Como fazer das lixeiras um local melhor”.
“- Então Quim Zé, já sabes quando abrir a boca, não sabes?
- Sei, nunca.
- E sabes o que dizer caso tenhas mesmo de abrir a boca?
- O objectivo final são vocês, tudo o que se fizer são vocês que o fazem, porque o interesse é vosso.
- Óptimo. Olha lá, não tens vestido o mesmo casaco que tinhas ontem?
- Tenho, porquê?
- Quim Zé, por alguma razão somos podres de rico. A principal é podermos vestir roupa diferente todos os dias.”

Relembrando os acontecimentos do dia anterior, Quim Zé mete a mão no bolso esquerdo do casaco e retira o papel que tinha encontrado nas calças. Abre-o e lê-o, julgando tratar-se de um dos caprichos da noiva.
“Esta mensagem é um aviso. Simplesmente um aviso. Podia avisar-te de outras maneiras. Escolhi uma mensagem. Escrita num papel. Simples e directa. Directa ao assunto. Assunto que tu não vais gostar. Gosto que eu vou querer que tu não tenhas. Podia ter-te ligado. Mas não liguei. Escrevi-te uma mensagem. Não um fax, não um mail, uma mensagem. Uma mensagem que é um aviso. Simplesmente um aviso. Podia avisar-te de outras maneiras. Escolhi uma mensagem. Como já tinha dito. E como já estou a ficar sem papel, vou-te avisar. É bom que fiques avisado. Não quero ter de escrever um aviso outra vez. Considera-te avisado.” Perturbado pelo conteúdo do papel, e mais perturbado ainda pelo facto de não ter percebido do que estava a ser avisado, Quim Zé vira a folha de papel amarrotada e lê as costas: “Esta mensagem é um aviso.” Oh não, pensa Quim Zé, outra vez não. “Afasta-te dela.” Quim Zé, pensando que podia ter poupado muito tempo lendo simplesmente a parte detrás do papel, repete para si próprio: “Ela, ela quem?”.

No Bairro Fétido, Martim, fita Maluca à medida que esta desaparece por entre os montes de lixo. Sempre pensado nas suas palavras, "Ai o segredo, o segredo acordou... Maluca sabe segredo!!!", dirige-se para o Hospital Mais Próximo, deixando a confusão do Bairro Fétido para trás.
Na recepção, Martim tenta descobrir quem era a mulher misteriosa que tinha sido atacada pelo cão raivoso no dia anterior.
“- Sr. Quim Zé? De volta? Algum problema?
- Quim Zé? Eu não me chamo Quim Zé.
- Não? Mas olhe que é a cara chapada dele. Tá um farrapilho hoje, mas é a cara chapada. Tem a certeza que não é o Sr. Quim Zé Nãofaznenhum?
- Nunca ouvi esse nome.
- Ok, então. Como posso ajudá-lo, Sr…
- Martim, Martim Apodrecido.
- Martim quê??
- Apodrecido…
- LOL!! Desculpe, como posso ajudá-lo?
- Eu gostava de saber como se chama a senhora que ontem foi atacada pelo cão raivoso à entrada das urgências.
- Espere um momento. (Um momento passa…) SSussana SSantos SSilva.
- Obrigada.”

Martim abandona o hospital determinado a encontrar SSussana. Caminha perdido sem se aperceber da direcção dos seus passos. Caminha para a urbanização Breeze. Enquanto tenta encontrar uma forma de descobrir SSussana, sempre com as palavras de Maluca na cabeça, Martim caminha com a certeza de que não sonhou quando viu alguém muito parecido com aquilo que ele próprio seria, se tivesse tomado banho e vestido alguma coisa decente, no dia anterior. Agora sabe o seu nome, Quim Zé Nãofaznenhum.

Saturday, October 29, 2005

Episódio 5 - O segredo de Maluca

Flashback:
Connie Apodrecida, enternecida ao olhar para o bébé abandonado, não resiste a interpelar o marido "Que fofinhinhinhinho, vamos ficar com ele? Afinal, alguém também roubou o nosso!" Tesus, visivelmente excitado com a voz infantil feita por Connie tentou negociar: "Tudo bem, mas só com uma condição... temos de fazer este filho primeiro", disse, enquanto apalpava o rabo da mulher. Connie fez cara de esquisita durante aproximadamente 3 milésimos de segundo e retribuiu o gesto, enquanto o bébé chorava e esperneava ao som de latas a bater freneticamente... Ali mesmo ao lado, Maluca praguejava coisas ainda mais esquisitas que o habitual... ou talvez não: "Mulher rouba bébé, Maluca não única... Gasolina, dá-me mas Gasolina!"
________
No Hospital, Afonso Nãofaznenhum, completamente inconsolável pela perda do filho, é encaminhado para o bar do edifício pela mão da Amante, Fernanda Dissimulada: "Anda amor, vais beber um chazinho comigo... calma...", diz, enquanto sorri descaradamente, "Esse bébé não veio na melhor altura, agora estás comigo, poderemos ter filhos nossos" Afonso larga violentamente a mão da amante e agarra-se ao empregado do bar a soluçar: "Dê-me o que aí houver mais forte". Parece que alguém ia estar de ressaca no dia seguinte... Mais tarde, uma enfermeira chega a correr ao bar a gritar pelo Sr. Dr. Nãofaznenhum... que teria acontecido desta vez?
__________________
Martim desliga o telefone ( não há dinheiro para telemóveis) e pensa: "Será que estou maluco? Vi alguém muito parecido comigo. E aquela mulher... Deus, preciso de dormir, sem dúvida." Lutando contra o sono, sai para a rua, decidido a ir ao Hospital Mais Próximo. Depara-se com a confusão habitual na sua rua...
Bianca Cristina: "Já arranjei namorado, já arranjei namorado! Ta-na-na, ta-na-na! Não é médico, mas é gajo! E agora a quem é que vou cravar um telemóvel para lhe ligar... mmm... eheheh"
Olivério (pensando): "A Bibi tocou-me nos tomates... com a mala, mas tocou... ela só pode tar doidinha por mim", disse, enquanto reparava que Bianca Cristina o olhava com ar malandro...
Daniel Caralhadas: "Que caralho, ai que caralho. Caralho, pá! Mas oh meu burro, tu não vês que essa parola só se quer aproveitar de ti?!"
Mas Olivério estava demasiado cego de paixão.
Ao avistar Martim da sua janela, Paulo Charras recebe-o da forma habitual:
- "Que cara... sabes o que é que te fazia bem?!" - perguntou
-"Ganza" - respondeu o gémeo
- "Não... coca! Pareces-me demasiado em baixo para ganza..." - respondeu, atirando a pirisca para cima do Daniel Caralhadas
- "Foda-se, será que não podias ter metido essa merda pelo cu acima? Paneleiro do caralho!"
Martim, indisposto para aquele tipo de conversas de vizinhança, despede-se "Xau pessoal" e dirige-se parao trilho de merda que havia como saída na lixeira, não sem antes deixar escapar um desabafo: "Já me chegou ontem ter-me visto noutro corpo..."
Maluca, que entretanto cirandava por ali... ouviu...inclinou a cabeça na direcção ao ombro, arregalou os olhos até ao máximo e rapidamente começou aos berros, agarrada aos cabelos:
- "Ai o segredo, o segredo acordou... Maluca sabe segredo!!!"
Enquanto Paulo Charras chorava a rir, não se sabe se da figura de Maluca ou do que havia fumado, o caos dominou o bairro:
- Que caralho, será que não há ninguém normal nesta rua... puta que pariu! O que é que esta tresloucada quer dizer com isto?Foda-se, só a mim, só a mim..." - disse Daniel
Martim, impedido pela curiosidade de cumprir a ida ao Hospital Mais Próximo, virou-se e correu para junto de Maluca, que já se encontrava no chão a espernear: "O que é que disse? Que segredo?" Mal lhe tocou, Maluca cuspiu-lhe na cara e disse de olhos esbugalhados: "Maluca não sozinha" e saiu dali a correr em direcção aos montes de lixo.
O bairro todo estava boquiaberto a olhar para o monte de lixo. Alguma coisa falou, baixinho, no interior de todos eles. Todos sabiam que as suas vidas nunca mais seriam as mesmas depois do que tinha acabado de acontecer...
.
Em direcção contrária, ou seja, no lado mais cheiroso da cidade, o casal Quim Zé e Gisele enroscava-se ordinariamente num sofá mesmo muito bom, de uma marca mesmo muito muito boa (nota da guionista: não sei nomes), esquecendo que, mesmo ao lado, estava Sssusana Sssantos Sssilva, completamente virada do avesso: "A minha vida não podia correr pior", pensou. No meio daquele mel todo, em que Gisele fantasiava sobre o beijo que o noivo lhe tinha dado na merda do tasco da esquina, Quim Zé voltou a pensar no papel que tinha no bolso. Afinal, que mensagem seria aquela...?

Friday, October 28, 2005

Episódio 4 - Partir à procura

Flashback:
Por entre o amontoado de porcaria da lixeira municipal, o casal Apodrecido, passeia sob a luz do lua, cujos raios se confundem com os odores fétidos que emanam do lixo espalhado. Ao olharem para o chão, numa tentativa de não calcarem depósitos demasiado moles, deparam-se com um bebé, que, intoxicado pela badalhoquice que o rodeia não consegue chorar. “- Fodasse, pensei que já nos tivéssemos livrado desta raça de come-fraldas pá!” Exclama Tesus Apodrecido ao pegar no bebé. Do outro lado da montanha de cascalho, Maluca canta baixinho: “- Voltei voltei, voltei de lá, ainda agora estava na cagadeira e agora já estou cá! Merda, parti uma unha…”


À saída do hospital, após terem descoberto que a tomatada de Olivério e a sua capacidade reprodutiva tinham ficado intactas, este, Daniel, Martim e Bianca Cristina, munida do número de telemóvel do segurança do hospital, dirigem-se ao carro de Caralhadas.

Dentro do hospital, Quim Zé desesperado procura o quarto de Gisele. “- Meu amorzinho, então, que se passa? Foste atacada? Não me digas que o silicone…” “- Nada disso a SSussana é que apanhou. Olha lá, o que é que estavas ali a fazer com aquela gringalhada toda? Quem era aquela tipa?” “- Que tipa? Tas a delirar moreee… dá cá um beijinho!!” Depois de tentar beijar apaixonadamente a sua noiva, Quim Zé apercebe-se de que ela não está exactamente a gostar. “- É que bem que me podias beijar como fizeste na merda do bar da esquina.” Sem perceber nada do que se passava e achando que a sua namorada estava a delirar por causa da raiva do cão, Quim Zé leva-a do hospital, não sem antes se esquecer da grande amiga de Gisele, SSussana, e ter de voltar atrás.

De volta ao bairro fétido, e já no caminho da lata lar da família apodrecido, Bianca Cristina sacudia as mãos de Olivério quando Martim cumprimenta Paulo Xarras, à janela de sua lata:
“- Ei Paulito, boa noite!
- Ei Martim! Ouve lá, tá tudo bem aí com as bolas do Olivério? Ó Olivas, não queres alguma coisa pa matar essa dor? Um charrito talvez? E tu Bianca, alguma coisa pa acordares do sonho em que és uma gaja boa? Ehehe”
E pronto, mais uma vítima dos amandos da mala de Bianca Cristina.
Ao entrarem em casa, qual não é o espanto fingido dos irmãos Apodrecido que se deparam com a mãe Connie, deitada na sala, de perna aberta (tapada, que isto não é nenhum filme pornográfico) no sofá a dormir. Bianca Cristina tenta, calmamente, acordar a mãe:
“- Fodasse, kesta merda mãe! Isto é posição que se tenha na sala?! Não tens classe nenhuma, tens de aprender comigo!
- Cala-te lá filha, onde tá o caralho do teu pai? Ele tava aqui em cima… Não me digas que eu adormeci a meio e não vi o fim do filme?
- Chega de pormenores, eu vou pró meu quarto”
Diz Martim, já habituado às poses estranhas em que, regularmente, encontra os pais.

No dia seguinte, Martim, sem ter conseguido dormir, levanta-se da cama, espalha o mata moscas para ter a certeza que quando chegar a casa não irá ter surpresas desagradáveis entre os lençóis, e faz uma chamada para a lixeira tentando falar com Daniel.
“- Tou caralho.
- Daniel?
- Chamaste por mim não chamaste meu filho da puta?
- Olha, eu hoje não vou trabalhar, tou doente.
- Tas doente o caralho, ó cabrão, porkék não vens?
- Não digas a ninguém.
- Uhuhuh…
- Eu tenho de descobrir quem é akela mulher.
- O kê? A mamuda da merda do bar da esquina?
- Sim.
- Vais andar a perguntar pela puta da cidade se conhecem uma tipa de mamas grandes que quer acabar com a fome no mundo e vais ver que toda a gente te aponta pó ‘Cantinho das Amigas do Zézinho’!
- Nada disso! Vou ao hospital perguntar quem era ela!
- Ok, então. Põe-te nas putas.”

Thursday, October 27, 2005

Episódio 3 - O efeito espelho

Flashback:
Com o bébé dos Apodrecidos nos braços, Maluca sentia-se poderosa: "A efémera só tem um dia de vida", pensou ela para si mesma, enquanto se dirigia para o Hospital Mais Próximo (o Hospital chamava-se mesmo assim). Maluca era realmente maluca, mas sabia que havia mais daqueles homenzinhos pequenos no Hospital: "Vou deixar este lá... lá lá lá it's raining men aleluia". Ao chegar ao hospital, Maluca entrou pela janela do primeiro andar, enquanto sorria, ao ver que ia deixando cair a criança com o seu gesto de malabarista. Já lá dentro, saltitou durante todo o corredor, desviando-se das pessoas que ia encontrando, como se de uma pista de carrinhos de choque se tratasse. Não foi a tempo de se desviar de uma senhora muito apressada que trazia um bebé ao colo. Em jeito de pedido de desculpa, cantarolou as seguintes palavras: "Eu sei qual é o teu problema! Para quê tirar 3 dentes de uma vez. Para além disso, o breeze nunca vai disfarçar o cheiro dos meus peidos!”
__________________________________________________________________
Em plena urbanização Breeze, Afonso e Quim Zé discutem sobre o que não vão acordar, não vão discutir e não vão negociar na reunião de amanhã sobre "Como fazer das lixeiras um local melhor". Enquanto explicava ao pai a importância do ócio na sua vida, Quim Zé sentiu qualquer coisa a aleijar-lhe a nádega esquerda. Meteu a mão dentro das calças e, com um gesto cirúrgico, retirou um misterioso papel que rapidamente guardou no bolso. Mas que raio, pensou, será a lista de presentes da Gisele para o Natal? Os seus pensamentos foram rapidamente interrompidos pela vibração do telemóvel no bolso do casaco, impecavelmente tratado por Fifi Florzinha:
- "Ainda bem que me ligas... - disse, de imediato, ao atender o dispositivo topo de gama - acabei de encontrar o que julgo ser mais um caprich... o quê?! Vou já para aí!"
Ao notar a mudança brusca de voz, Afonso dá uma reviravolta da janela para a direcção onde o filho se encontrava: "O que é que..." Tarde demais. Quim Zé já tinha saído.
________________________________
No Hospital, Gisele, ainda atordoada pelo ataque do cão raivoso, geme para Sssusana Sssantos Sssilva: "Diz-me que ele não me mordeu o silicone, diz-me, diz-me!!!". Sssusana abanou a cabeça em sinal de reprovação e, depois de se ter arrependido de o ter feito, uma vez que tinha levado uma valente golpada de karaté do cão desvairado, respondeu: "Não sssejasss infantil... ele só me mordeu a mim". Gisele deu uma olhada narcísica para as suas belas curvas e, rindo com todos os dentes, pulou de alegria e disse: "Que fixe, afinal tá tudo bem! Só falta saber o que é que o meu noiva estava a fazer ao pé daqueles gringos todos! Já lhe liguei, ele deve estar a chegar!". Sssusana baixou a cabeça e disse, baixinho, com um sorriso que não podia ser mais triste: "Sssim... está tudo bem". Aparentemente, o forte perfume de Gisele tinha salvo a bela miss de um qualquer atentado às proezas da Corporation Dermoestética.
_____________________________________________
Fora da sala privada, a peixeirada continuava:
- "Saidumêpéseunojento, já te disse! Queres levar mais?" - gritava Bianca Cristina
- " Pro ti, morria jáki!" - respondeu Olivério, ainda com voz de rouxinol
- "Morre entum duma bez" - afirmou a jovem gringa, em tom de ponto final.
- "Amor... eu só queria mesmo que alguém me visse os tomat...!" - enquanto pronunciava a palavra com que vulgarmente designamos "testículos", Bianca Cristina já se tinha afastado, para ir fazer olhinhos a um jovem moçoilo de bata branca e estetoscópio aos ombos. Olivério "cabisbaixo" e, triste, disse para dentro: "eles não te merecem, Bibi".
Ao lado, Martim dirige-se para perto do amigo, decidido a contar-lhe que tinha visto a mulher da sua vida a escorregar-lhe entre os dedos, há uns segundos atrás. Mesmo antes de começar a ouvir o amigo Daniel a resmungar: "Ai que caralho, ai que caralho!", Martim ia jurar que tinha visto passar alguém muito parecido com aquilo que ele próprio seria, se tivesse tomado banho e vestido alguma coisa decente.

Episódio 2 - O cão raivoso

Sentada na poltrona esfarrapada que o marido Tesus tinha encontrado na zona leste da lixeira, Connie Apodrecido aguarda que este acabe de fazer um chap chap às partes íntimas para poderem começar a testar a resistência das pernas da mesa da cozinha.

No entretanto, do outro lado da cidade, ou melhor, mesmo por detrás do muro que faz a quarta parede das habitações de lata do Bairro Fétido, no Bairro Breeze, Afonso Nãofaznenhum, poderoso magnata dono das empresas Nãoquerotrabalhar, encontra-se sentado na poltrona feita de couro de bois chacinados na sua quinta particular a conversar com o seu filho Quim Zé:
“- Então Quim Zé, que tens feito meu filho?
- Epá, não tenho feito nenhum.
- Boa boa.”
Nesse preciso instante, entra pela porta do escritório Fifi florzinha, o mordomo másculo dos Nãofaznenhum. Aproximando-se de Quim Zé com uma bandeja onde transportava o chá do Dr. Afonso, Fifi Florzinha despeja, inadvertidamente, todo o chá por cima da zona genital de Quim Zé: “- Oh… mas que pena, deixe-me limpar!! Vá, tire as calças para poder limpar melhor! Venha comigo à lavandaria.”
Afonso, sozinho na poltrona, recorda a noite do nascimento de Quim Zé…


“- Gémeos?! Que caraças… E agora, qual vai ser o herdeiro?” Pensa Afonso, desconcertado com a presença da sua amante Fernanda Dissimulada, melhor amiga e prima de sua mulher. Fernanda diz-lhe que os seus filhos estão no berçário do hospital, e que passou por lá a mulher mais estranha e fedorenta que ela já tinha visto, dizendo o seguinte: " - Eu sei qual é o teu problema! Para quê tirar 3 dentes de uma vez. Para além disso, o breeze nunca vai disfarçar o cheiro dos meus peidos!” Dirigindo-se para o berçário de forma a cumprimentar os seus rebentos, Afonso depara-se com um berço só com uma criança. O que teria acontecido ao seu outro filho?


De volta ao presente, Afonso questiona-se sobre o que está a demorar Quim Zé na lavandaria, quando este entra e informa-o que Fifi Florzinha aproveitou para lhe fazer um massagem às virilhas porque, segundo ele, um homem másculo deve ser sempre profundamente massajado por outro homem másculo nas suas virilhas.
“- Onde anda a tua noiva Quim Zé?
- Foi ao hospital visitar uma daquelas tipas que anda sempre a vender lacinhos pó cancro que eu atropelei.”

Já no hospital, Gisele entra nas urgências e avista o que parece ser o seu noivo Quim Zé, acompanhado de um tipo muito alto agarrado aos tomates, uma gaja com uma mala verde, amarela e vermelha a fazer olhinhos a tudo quanto é gajo a passar, e um outro tipo que acompanhava Quim Zé na tarde em que o encontrou na merda do bar da esquina. “Porra, mas aquele rapaz anda a vestir-se mesmo mal!”. De repente, um cão raivoso entra pelas urgências adentro e ataca Gisele que estava acompanhada da sua grande amiga e gaja fixe SSussana SSantos SSilva. As duas são imediatamente conduzidas para uma sala privada e o alegado Quim Zé pensa: “Fodasse, não me digas que não é desta que eu vou saber quem ela é!”

Episódio 1 - Quem seria?

Flashback:
Há muitos, muitos anos...
Toda a família Apodrecido chorava, naquela manhã. Tinha nascido o seu primogénito! Chorava, não de alegria, mas de aflição... "Agora como vamos sustentar este come-fraldas?!" Acontece que, àquela hora, na lixeira, passava Maluca, que ouviu a conversa. Pensou para si: "Hoje vai dar a Cornélia e as minhas mãos cheiram a alho, por isso, podia perfeitamente dar uma alegria a este casal!". Então, aproveitou um momento de fragilidade, ou seja, enquanto o casal Apodrecido "matava saudades" (o casal nunca tinha ouvido falar em quarentena - o pior surdo é aquele que tapa as orelhas), entrou na casa de lata e roubou-lhes a criança. O que teria acontecido àquela criança?
Deitado na cama, Martim fixava o olhar na mancha de bolor da parede, enquanto pensava na mulher que o tinha abordado no tasco. Enquanto revivia mentalmente o momento em que as suas línguas se tocaram, o jovem moçoilo sentiu qualquer coisa a percorrer-lhe a espinha. Poderia ter sido um arrepio, poderia ter sido apenas o amor. Era uma pulga. Levantou-se, sacudiu-se e pensou para si: "tenho de ter esta mulher para mim". Entretanto, esse pensamento foi interrompido por uma discussão que ouviu no meio da rua. Claro, só podia. Bianca Cristina e Olivério.
- "Se não páras de me fazer boquinhas, eu amando-te com a mala nas trombas!" - ameaçou Bianca Cristina.
- "Tininha, ma tu não untendes que sumos iguaizes? Bate-me, minha flor, bate-me!"- respondeu Olivério, enviando-lhe mais um beijo, com a boca, com a pontaria de um sniper.
Não passou nem um segundo e Bianca Cristina espetou-lhe com a mala... não calculando bem as distâncias e esquecendo-se por momentos que Olivério tinha 2 metros de altura, a mala foi parar às suas partes íntimas. Bianca não se arrependeu, pensou antes nos mil e um gajos que iria encontrar no hospital se continuasse a bater desalmadamente em Olivério, com a mala. Vários futuros namorados, pensou. Finito o espancamento, até ao momento em que o pobre rapaz já não conseguia dizer a palavra "meu amor" com a dignidade de um homem, lá foi a cambada toda para o hospital mais próximo. Sabem bem que nestes bairros, tudo se sabe e, para onde vai um, vão todos. Todos, menos o casal Apodrecido, que disse ter uns "assuntos" inadiáveis para tratar dentro de casa, e o Paulo Xarros, que nunca havia saído da janela em toda a sua vida.
No Hospital mais próximo...
- "Ai que caralho, mas vocês acham mesmo que era preciso vir toda a gente para o hospital por causa de uns tomates doridos?" - disse Daniel Caralhadas, que era o único do bairro a ter carro - chamemos-lhe carro, vá.
Sem deixar ninguém responder, Martim afasta toda a gente com os braços e fica como que encadeado a olhar para sabe-Deus-onde.
- "Para onde tazolhar, Martim?"- perguntou Bianca Cristina, enquanto tirava a mão de Olivério do seu ombro, deixando-o cair ao chão.
- "É... é... é..." - gaguejou Martim.
Martim tinha visto alguém que tinha chamado a sua atenção no hospital. Quem seria?

Episódio piloto: O encontro

Local privilegiado de introspecções, a lixeira municipal é palco de uma choradeira descomunal protagonizada por Martim Apodrecido. Mais uma vez, os seus colegas de trabalho tinham gozado com o seu sobrenome, associando-o a manteiga rançosa, fruta colhida há mais de três meses, carne crua há uma semana fora do frigorífico.

A única pessoa que o apoiava nestas alturas era o seu amigo sensato Daniel Caralhadas. “Não fiques assim caralho, a chorar por causa daqueles filhos da puta… Tamos quase a ir embora, vamos beber umas bebejecas ali à merda do Bar da Esquina”.

Inesperadamente, a caminhar por entre os pensos higiénicos e restos de comida aparece a Maluca: “Olhem pó que eu vos digo! Olhem pó que eu vos digo! O meu hálito é tão fedorento que deve ter cor e deve dar para ler as palavras…”. E afasta-se, com as mãos atrás das costas a olhar pó chão como quem sabe o que está ali a fazer.

Mais tarde no Bar da Esquina, Daniel e Martim encontram-se a beber as ditas bebejecas quando, repentinamente, a mulher mais bela e alta que alguma vez os dois viram entra e dirige-se à mesa deles: “Quim Zé Nãofaznenhum, porque estás aqui? Era suposto irmos às compras juntos, planear o nosso belo casamento! Não sem antes, claro, passarmos pelo favela dos pobres e distribuir comida! Ah… quem me dera acabar com a fome no mundo! Enfim, vemo-nos ao jantar! Pera lá… trocaste os olhos, agora andas numa de lentes? Bem, até logo!” E afasta-se não sem antes espetar o belo do beijo cinematográfico ao Martim estarrecido, para depois dizer: “Hummm… andas a treinar…”

Embora tivessem ficado estranhamente confusos com a cena, Daniel Caralhadas e Martim Apodrecido dirigem-se pó Bairro dos Fedidos, morada dos dois. Ao chegar a casa, Martim apercebe-se de que os pais, Connie e Tesus se encontram atarefados a estrear o colchão novo que Martim havia encontrado na lixeira, e que tinha posto no seu quarto. Vai então para o quarto dos pais, forra a cama com papel higiénico para ter a certeza que não encontra pequenas poças de liquido não identificável, e adormece a pensar naquele beijo de fim de tarde que lhe fez arrepiar os pêlos de um sítio que nós cá sabemos. Quem seria aquela mulher?

Wednesday, October 26, 2005

Apresentação das personagens para a Novela-Mexicana-Ainda-Sem-Nome

Martim Apodrecido
  • gémeo pobre
  • olho esquerdo: verde
  • olho direito: castanho
  • trabalha na lixeira municipal com o amigo, Daniel Caralhadas

Quim Zé Nãofaznenhum

  • gémeo rico
  • olho esquerdo: castanho
  • olho direito: verde
  • parece-me que não trabalha - ou não tivesse aquele nome, ou pelo menos, eu e a Adriana não falámos sobre isso
  • a noiva dele chama-se Gisele

Maluca

  • gaja efectivamente maluca que só manda papaias pró ar e que roubou o Martim à família Nãofaznenhum
  • anda sempre por aí perdida e... maluca

Gisele

  • noiva do Quim Zé
  • diz coisas típicas de uma Miss Mundo
  • amiga da Sssusana Sssantos Sssilva
  • vaidosa do tipo Castelo-Branco

Bianca Cristina Apodrecida

  • "irmã" do Martim
  • Gringa
  • namoradeira, para não usar a palavra que o Daniel Caralhadas usaria

Olivério

  • gringo
  • com 2 metros de altura (já estou a esticar a corda, Dri?)
  • um bocado burro
  • completamente obcecado pela Bianca Cristina - é gozado por ela e não percebe

Paulo Charras

  • vizinho charrado
  • oferece "material" a toda a gente
  • está sempre à janela
  • é provavelmente o mais atento, mas só diz non-sense

Casal de pais extremamente pobres - Connie e Tesus Apodrecido

  • pais do Martim e da Bianca Cristina (só esta filha biológica)
  • têm um forte apetite sexual

Daniel Caralhadas

  • melhor amigo e colega de trabalho do Martim
  • a única personagem sensata desta novela ranhosa
  • só consegue falar se em cada 2 palavras uma for asneira

Sssuna Sssantos Sssilva

  • melhor amiga da Gisele
  • tem um pequeno problema na fala
  • é uma gaja fixe - se é que isso realmente existe

Afonso Nãofaznenhum

  • cota muito rico
  • é amante da Fernanda Dissimulada
  • pai dos gémeos Martim e Quim Zé

Fifi Florzinha

  • mordomo dos Nãofaznenhum
  • um bocado abichanado
  • está sempre a tocar e cheirar (n)a roupa interior usado do "menino Quim Zé"

Fernanda Dissimulada

  • amante do cota rico - Afonso Nãofaznenhum
  • claramente interessada no dinheiro dele e qui ça noutras coisas, mas não vamos querer meter-nos onde não somos chamados
  • tem qualquer coisa a ver com o roubo do gémeo, qualquer coisa que não ficou bem combinada entre mim e a Adriana

Pronto. E é isto. Venha o episódio piloto.

"O teu fim será o meu"

"Como coágulos de sangue sem corpo
Uma alma sem dono arrasta-se
Por entre as brumas do teu pensamento
Eu espero por ti
Como o diabo espera por mim

Pertences-me
O teu fim será o meu

As feridas abertas mantêm-me viva
O meu corpo conhece o meu fim
A arder na escuridão aguardo

Pertences-me
O teu fim será o meu

Nas asas do corvo ganha forma a minha vingança
O teu fim será o meu
E como anseio pela morte"

Adriana

Larga-me vida (metes-me nojo), letra por Diana*

Se venero a escuridão
então porque não levas
este bolorento coração
até à paz das trevas?

Vou querer dormir mais
a noite sara as minhas feridas
o acordar crava punhais
amplia dores incompreendidas

Refrão:
Quero a morte, yeah
Quero mesmo a morte, oh yeah
Raisparta a minha sorte, yeah yeah
(2 x)

Corto o pulso d'um só trago
quase que perpendicularmente
esvaio-me durante um bom bocado
e durmo para sempre

Instrumental (só ferrinhos)

(sussurrado:)
Eu já não aguento mais
Leva-me daqui, amigo corvo
Vou-me atirar daquele cais
A vida para mim é um estorvo

Refrão
(2 x)

A vida para mim é um estorvo
A vida para mim é um estorvo

(grito rouco do tipo arggggggggggggggg)

Fim

* estou à espera de propostas para a melodia.

Concurso "Vamos fazer uma letra metal"

O objectivo é criarmos letras para um grupo metal imaginário. Há palavras obrigatórias como:
  • morte
  • noite
  • dor
  • sangue
  • alma
  • corvo
  • sofrimento
  • fim
  • diabo
  • escuridão
  • todas as que forem suficientemente deprimentes

Podem apresentar-se em inglês também. Acho que as contributors deviam dar o exemplo. Prometo que vou pensar numa quando for para a cama. Estou no espírito certo.

Tuesday, October 25, 2005

Friends


Uma bela maneira de fazer a digestão, a rir.

Uma quadra de merda

Só para depois não me acusarem de ter "cagado" para as belas das quadras da latada e como ainda vou a tempo, ficam aqui quatro linhas que faço questão de não rimarem (até porque esta é "das poucas coisas para as quais não tenho jeito" :P):

voltar a coimbra na latada
voltar a partilhar um quarto
encontrar dinheiro no chão e no fim
adormecer na hora do pequeno almoço!
Está, definitavamente, uma merda. Objectivo cumprido!

Thursday, October 20, 2005

Continua...

Vamos curtir, curtir
Até amanhecer,
Quando já for bem cedinho,
Pelo Mondego vamos passar
Mais ou menos de fininho

Honrar Coimbra

Para além de uns versinhos,
Ó Coimbra, cidade amada
Vou honrar-te com uns fininhos,
Que irei gregar na Latada!
Ai Coimbra que saudade...
Coimbra das Latadas
Vamos voltar à velha cidade
E viver mais umas noitadas!

Poesia da Latada!

Honramos esta época com poesia... mostrem-lhes como se faz poesia à moda do Covil!

Saturday, October 15, 2005

Teoria sobre a derrota de Carrilho e a certeza de que não mais me apanharão a falar sobre política (vómito)

Que bonito. Para além de andares a tomar conta aqui do sítio - isto é tudo teu? -, ainda me vens conspurcar o blog com o assunto non grato. A verdade é que prendeste a minha atenção e agora sou eu quem vai pôr o dedo da ferida.

Eu cá acho que a derrota do amigo Carrilho (bem nascido, em Viseu) nada teve a ver com a sua mulher. Melhor, acho que a derrota foi premeditada em conjunto. É verdade, Manu e Babi na realidade não queriam o lugar na Câmara Municipal de Lisboa*. Amantes das luzes da ribalta, quais atention whores (obrigad'A :D), o amoroso casal (só pus isto para fim de embelezamento do post em termos de adjectivação, porque no fundo, padeço de vómitos quando vejo 2 pessoas felizes) apenas quis beneficiar dos seus "15 minutos de fama", claramente (cá está, Patrícia, não falha!) privilegiados no contexto das eleições. Acredito que, muito em breve, Carrilho irá apresentar a sua candidatura a Belém. Também e apenas pelos 15 minutos... Acreditem no que esta jovem mente vos diz... aquele homem é sábio e, como filósofo e amigo do saber, sabe melhor do que ninguém que isso de ser "presidente", independentemente do que quer que seja, traz chatices... entre elas, trabalho. Então, apenas quer gozar o melhor dessas andanças. A atenção, o prestígio e o amor devido a um derrotado "de bem com a vida" e, ainda por cima, bem casado. Sim, porque ninguém me tira da cabeça que não é por ele ter perdido as eleições que a mulher vai deixar de ser considerada "a mais elegante" do nosso Portugal, ele convidado para isto ou aquilo e a família assediada para mais uma entrevista e sessão fotográfica.

A sério. Da próxima vez que olharem para o casal, vejam se eles não têm aquele ar maroto de quem gosta de ter muitos olhinhos neles. Não se deixem enganar pelo ar tímido e cabisbaixo. Até enjoa, de tanto calculismo...

A mim não me enganam. Nem eles, nem as 3 mafiosas da Internet com quem partilho este Covil...
* aquela de não ter apertado a mão ao seu concorrente (Carmona ma man) no final da entrevista à SIC foi claramente uma jogada política para atingir o objectivo: a derrota.

Friday, October 14, 2005

Propaganda política

O problema de ter dois blogs reside no estabelecimento das temáticas subjacentes e da posterior escolha de escrever o quê onde (sendo que o sublinhado está no onde, local escrever, e não no o quê, o que escrever tendo em conta o blog, dado que eu escrevo da mesma maneira em todo o lado).

Posto isto, e dado que retomei a leitura das revistas cor-de-rosa, aqui vai uma notícia que li. A Bárbara Guimarães está lixada e sofreu muito por causa do marido. Ora eu também estaria lixada se o meu marido tivesse perdido as eleições (de certeza que ia gozar com ele por causa disso, mas ficava lixada na mesma). Para além disso, diz-se que Manuel Maria Carrilho perdeu as eleições por causa dela. Não porque ela não cumpriu o seu papel, mas porque o mais importante da campanha dele foi o papel dela. Não sei, não estive atenta. O que me interessa aqui é o papel da família quando a questão é política. E o meu problema nem sequer se refere à dita, Bárbara.

É um facto que as campanhas políticas nos EUA utilizam a família do candidato como importante publicidade do carácter do mesmo. Eu acho isto uma grande treta. E não é por me dizerem coisas como "Nós não estamos é habituados a este tipo de campanha. Lá fora é prática comum." que eu vou começar a gostar. Isto foi o que me disseram quando eu disse que desaprovava do vídeo promocional de Manuel Maria Carrilho em que a família deste aparece em primeiro plano. Não gosto, não gostei e vou continuar a não gostar.

E isto tem, absolutamente, nada a ver com as minhas preferências políticas.

Thursday, October 13, 2005

Mais um aviso da treta para encher espaço

Para quem conhece o blog, há-de certamente ter reparado no acréscimo de palavras à definição. É só para dizer que enquanto não for encontrado um lugar comum a todas as contribuidoras, as alterações vão continuar. Já agora acrescento que parece que o habitual deste blog vai continuar a ser meter mais nojo às suas contribuidoras do que a quem o visita.

Wednesday, October 12, 2005

Tentativa medianamente desesperada de compensar a Adriana por a ter deprimiddo

Hoje o meu dia está estranho. Sonhei com um professor do 9º ano - nem vou contar o resto -, dormi até quase às 16h - e ainda dormia mais -, dói-me a garganta, cheguei ao pé da Mondego e ela tinha-me f*d*d* os cortinados, abri-lhe a porta pra ela "arejar" dentro de casa e, desde aí, mal lhe vi o focinho.

Por enquanto, é o que tenho a dizer, espero que a minha vida depressiva te tenha desdepressivado.

Tuesday, October 11, 2005

Os mais recentes desenvolvimentos

Sim, é verdade. As contribuidoras deste Covil estão tão xocadas com os resultados das eleições e as notícias de um possível furacão no nosso país que não têm espírito ou imaginação para continuar a postar.
O recobro adivinha-se difícil e complicado.

Sunday, October 09, 2005

Weiss, Cristal Weiss

Não foi sem um peso no coração que li o post da contribuidora que se auto-intitulou "A Camponesa". É díficil levar uma facada destas nas costas, ainda mais em situações consideradas piriclitantes.

Sim, eu não tenho vergonha de admitir que a ingestão de álcool foi realizada pela minha pessoa, no entanto, nego quaisquer momentos embaraçosos causados por tal ingestão. Revelo, agora com uma necessidade de defender a minha honra (e desviar atenções), que assisti, ontem, nesta minha internet, a um desfile vergonhoso de carinhos e demonstração de afectos virtuais. Não fosse a minha suposta idade de 35 anos teria eu ficado escandalizada e traumatizada para a vida. Apesar de tudo, não vou revelar a identidade dos intervenientes, de forma a preservar a honra de um deles.

Eu não tenho culpa que certas e determinadas florzinhas fiquem escandalizadas com a qualidade das minhas bebidas ingeridas durante um jantar e tenham a lata, o descaramento de afirmar que estiveram a beber "finoS e comer tremoços" muito depois da hora das refeições, revelando situações privadas de abanar de ancas em WCs privados (sob pena de prejudicar a imagem de partes não presentes), isto tudo sob o efeito evidente do álcool.

Posto isto despeço-me, não sem antes acrescentar, de forma a ilucidar os mais ignorantes, que a falha acerca da terceira bebida seria, provavelmente, proveniente do álcool a circular no sangue de quem fez essa afirmação.

E outra coisa! Número três??? Mas que raio!!


PS: Pontos negativos para a cristal weiss...

Número Três com nível de álcool incontrolado na Internet

É com alguma vergonha que ontem assisti a uma bebedeira via internet por uma contributor deste blog, que prefiro deixar no anonimato. Diz quem viu (e cheirou) que várias doses de Champanhe, Pisang Ambon e qualquer-coisa-weiss (vê-se logo a minha classe - nem sei o nome dessas poções de destruição hepática), foram (mais que) suficientes para deixar a jovem de 35 anos KO. Parece que há alguém que anda a tentar a segunda luxação.
Degradante, no mínimo.

Saturday, October 08, 2005

Acabou!

Meninas, parem com isso.
Se há uma máfia na internet ou na blogosfera, certamente que concordarão que nós somos as cabecilhas.
Falta uma, que ainda está para vir.


É assim não é Patrícia? (que reviradela de olhos...)

ias muito bem no que te metias,Qual pata?

Sabias muito bem onde te estavas a meter e, aliás eu fui convidada para entrar na blogosfera por vocês.

Eu é que já estou a ver tudo, bode expiatório.

Aha!

Aquela última frase é, incontornavelmente, uma confissão. A Máfia da Internet existe e está aqui, entre todos nós.

Eu devia ter dado conta, o nome do blog não engana ninguém... Que pata :S

Recém no 2 da máfia

"lavar de roupa suja"? - estamos apenas a discutir um tema actual, cada uma dá a sua opinião;

"homem da máfia da blogosfera" - se fosse era uma rede condenada ao fracasso, realmente isto da blogosfera não é cmg; não conspirei contra nada nem ninguém, acho que andas a sonhar com ladrões?

Claramente ninguém te pisou, não temos culpa que não tenhas visto o filme.

Não te querias meter nesta máfia mas deste a tua opinião...já estás metida até ao pescoço! Ainda por cima já entras com nome de código, a Camponesa!

Adriana, não fiques triste, o teu lugar nesta conspiração é insubstituível!

Até agora, a teoria confere!

Claro. Típico. Não se podia esperar outro tipo de reacção por parte do "querido inimigo". Alegar que eu estou psicologicamente doente é brilhante. Ou melhor, seria brilhante, se eu não estivesse plenamente consciente das minhas capacidades.

Nota-se, assim, uma mudança de estratégia. Adriana - o número 3 - assume o comando, tentando mostrar que não tem qualquer ligação com o número 2. A seguir, aparecerá Patrícia a dizer que não tem notícias da Xinesa há já algum tempo. Claro, claro, já toda a gente percebeu "porquê"...

Temo, em especial, o agente mafioso número 3. Possuidor de poderes telepáticos, consegue facilmente passar a ideia de sente empatia por todos. Tenho medo do que o número 3 me possa fazer. Estes mafiosos são muito espertos.

Por fim, exijo penalizar-me com uma xibatada, por não ser capaz de passar a minha mensagem sem que o "inimigo" desse por ela. Mas é que eu não tenho conhecimentos por toda a internet, como certas pessoas.

A mim não me enganam.

paranóia... tadita

"O que mais me motiva a escrever neste blog são os ataques pessoais"

Ataques pessoais = conjecturas da Diana acerca do que o mundo pensa dela, não reparando que o dito cujo está-se bem a cagar. Pergunto-me se será dislexia, ou seja, se efectivamente ela lerá palavras insultuosas e ataques nos posts das outras contributors, ou se será apenas fruto da sua imaginação. É de referir que reprovo totalmente esse tipo de comportamento, bem como este tipo de análise (por alguma razão não me licenciei com pré-especialização em clínica), no entanto, não posso deixar de me questionar se existirá um caso clínico que preencha os critérios da DSM-VI para esquizofrenia paranóide mais evidente do que a nossa "querida" camponesa.


O que faria mais sentido neste post seria o escrito anteriormente metido num grande parêntisis recto, porque o que eu queria mesmo dizer era isto: Essa teoria da máfia da internet está de cagar a rir, adorei. No entanto, um apontamento (aliás, como seria de esperar): o facto de eu não ser mencionada só poderá querer dizer duas coisas
- ou não faço parte da máfia da internet
- ou passei para terceiro
qualquer das hipóteses não me agrada, mas também, a invenção não é minha.

Como vês, o tiny não passou despercebido...

Tudo acerca da motivação de uma simples camponesa da internet

Estou a escrever este post cabisbaixa e de joelhos. Perdoem esta vassala por tal ousadia. Claro que vocês não fazem parte da máfia da internet...*

Ficai a saber que o que mais me motiva a escrever neste blog são os ataques pessoais. Divertem-me, em particular, os ataques à minha pessoa. Podes sempre vê-los como um hetero-investimento: insultar-me e ridicularizar-me, motiva-me. E isso é bom, apesar de desnecessário, uma vez que julgo tomar bem conta do recado sozinha.


Actualização da Teoria sobre a Máfia da Internet**:
  • afinal, julgo que falhei na identificação do número um da Máfia da Internet. O verdadeiro cabecilha é, na certa, a Xinesa. Só se mostra muito de vez em quando, mas tem olhos em toda a blogosfera.
  • o disfarce da agora número dois - A Patrícia - é brilhante. Ela finge que não percebe nada da internet, para passar despercebida. "ai que não consigo acompanhar a vossa conversa..." (no MSN) Pois sim. A mim não me enganam.



* é melhor fazer o que elas querem, senão, sobra para mim. Mas a mim ninguém me engana.
** esta parte está em tamanho "tiny", para que a Adriana, a Patrícia e os olhos do Polvo (Xinesa), não o consigam ler.

Vai-te lixar ó camponesa

Pena que a única maneira que tens de produzir alguma coisa que se assemelhe a uma opinião, seja quando pensas que estás a ser atacada ou que existe uma conspiração contra a tua pessoa (pena também que seja uma conspiração fantasma).

"Querida" camponesa da internet (não, não me enganei nas aspas): esta lavadeira de roupa suja em público fica contente que a nova contribuinte tenha decidido manifestar-se em relação a algo escrito neste covil; fica, igualmente, contente que a presença dela te leve a, no mínimo, pensar que te tentaram pisar, pode ser que dessa maneira o teu nome apareça mais vezes no final dos posts (tal como disseste, não pela qualidade de assuntos ou da escrita que não são critérios do covil, mas pela participação naquilo que é um covil onde, actualmente, habitam três contributors e não duas lavadeiras e uma camponesa).

Quanto à patrícia ser o homem da máfia da internet, não sei, ela que responda a isso. Só digo que se fosse ela não gostava, até porque ouvi dizer que ela é mulher e não homem. Mas isso sou eu que sou picuinhas com os géneros.

E agora à América: às vezes o nojo é um lugar comum.

Uma camponesa entre mafiosas lavadeiras de roupa suja da internet

Que bonito. Estou a ver que ando a dormir com o inimigo. Salvo seja. Partilho uma missão com duas lavadeiras-de-roupa-suja-em-público. Arrisco, temendo represálias, que a Patrícia é, provavelmente, o grande homem da máfia da blogosfera, tramando e conspirando contra tudo e todos. Nomeadamente, contra os inocentes a que, cinicamente, se referiu num post anterior... a propósito desse filme a que as duas lavadeiras assistiram, notoriamente em conspiração contra mim.

Claro que a Diana é do povo - salvo seja -, mas não se deixa pisar. Também eu sei falar de americanices. Assumo a minha participação ignorante neste tema e sinto-me no direito de o pôr nas mãos da internet, uma vez que está à vista que a qualidade de assuntos e de escrita não é critério do Covil. Nem do resto.

A minha opinião dos americanos passa, em muito, por uma expressão ouvida por esta vossa "camponesa da internet", a respeito da tão falada catástrofe que se deu lá para aquelas bandas e que em muito me lembra a minha amiga Xinesa.

- "This is horrible, we are americans!"

E recuso-me a explicar o ridiculamente óbvio.

Sim...

Amiga Adriana, tive oportunidade de ver um bocado desse filme, não todo porque o sono tomou conta de mim, e percebo o que queres dizer com a mensagem, com que direito fazem aos outros o que não fariam ao próprio povo, mas certamente percebeste o que queriam dizer com essa afirmação( ainda que a tradução não fosse a melhor). Eles acham-se no direito de policiar outros povos, no sentido em que o definem como protecção para o seu próprio povo, mas os métodos usados não são os melhores, o que se constacta quando se vira a história, e têm de desconfiar dos próprios americanos. Isto mostra a justiça/injustiça do mundo, quando alguém faz "o mal" acaba sempre por magoar quem não quer, quem não tem nada a ver ou quem é inocente.
Acho que o filme é bem fixe!

Qual é o problema do mocassanzinho?

Não sei a quem te resferes mas, pelo que ouvi dizer, é um calçado confortável e que vai bem com o dia-a-dia citadino. Mentira? Há até quem os tenha em várias cores, para fazer os belos dos conjuntinhos... Quem goste tanto desse belo sapatinho que até quando os tira parece q continua com eles calçados, principalmente se forem da versão vermelha...

Resposta

Arrrgghhhh!!!

Cá estava eu no meu cantinho a ver a "melhor" televisão possível, quando decidi mudar de canal e deparei-me com um tipo num filme a dizer uma coisa que não evitei de vir comentar aqui. Não porque tivesse a ver com o blog, mas porque dada a falta de temas que por aqui tem andado, mais um tema de merda não vai fazer mal a ninguém.

Voltando ao assunto em questão... Estava eu descansada a ver o desfile de vergonhas hilariante que é o fiel e infiel da tvi, quando mudei de canal e estava a dar um filme sobre o terrorismo, americano, em que um tipo diz a seguinte frase: "Os nosso militares (EUA) não estão preparados para policiar a sua própria população!" (tá traduzida, obviamente...).

O único comentário que eu tenho para fazer é o seguinte: não tão preparados para policiar a sua própria população, mas tão preparados para policiar a população dos outros??

Vergonha

Adriana, o nosso plano B foi apanhado a exibir descaradamente um moucassinzinho azulinho nas ruas de Viseu! Faz qualquer coisa... eu ainda estou em choque.

Friday, October 07, 2005

O dia

Fico contente que não te deixes influenciar pela minha pessoa.

No entretanto, aviso que agora vou começar a ter a perspectiva de uma pessoa que conhece o mundo à sua volta e simpatiza com as pessoas que têm de acordar cedo todos os dias e trabalhar, dado que eu própria também sou obrigada a acordar cedo (mesmo que quando chegue a casa almoce e vá imediatamente dormir outra vez...).

Sendo assim, agora vejo-me confrontada com situações do dia-a-dia que me deixam particularmente intrigada. Por exemplo, qual é o raio do partido que tem bandeiras amarelas? É porque parece que é mais do que um... e se for mais do que um, qual é o sentido de ter bandeiras com a mesma cor? Não deveriam ser diferentes para se poder distinguir melhor?!

Agora vejo o que a sociedade perdeu com o meu afastamento, Coerência!
Ou então não...

Por favor...

... se julgas que eu não topei a tua estratégia, tás muito enganada. Esses ataques pessoais, a tentar mobilizar-me no sentido de escrever posts não têm qualquer efeito em mim... :D

Menina Diana

Venho aqui manifestar o meu desagrado contra constantes ataques de um outro membro deste blog quanto ao conteúdo/interesse que este possa ter ou não ter.
Para além de manifestar o desagrado venho remar contra a corrente. Não gostas do blog muda de assunto, escreve sobre aquilo que achas que seria "interessante" e deixa de dizer que tá tudo mal sem nada fazer.
A tua resposta óbvia é "não escrevo, não me apetece, o covil é chato".
Pois bem, eu respondo "ok".
E continuo a escrever os meus posts demasiados compridos!! :P

Wednesday, October 05, 2005

Antes demais, quero agradecer o convite para fazer parte deste vosso, agora nosso blog! Parece-me, no entanto, q a exigência e expectativa, em relação aos meus posts, estão um pouco elevadas, de qualquer forma vou dar o meu contributo e vestir a camisola do blog. Sim temos t-shirts do blog!
Deixando-me de formalidades e lançando-me nesta aventura, deixo a seguinte questão: será que o silêncio é de ouro?Ou é de bronze e bastante enferrujado?Esta questão leva-m, não por um caminho linear(este blog não é linear mas muito acidentado), ao mote deste blog, "o pior paralítico é aquele que não quer andar"...
De uma coisa tenho a certezo, o diálogo é fundamental.
Deixem o silêncio de parte e partilhem as vossas ideias e comemtem os nossos posts!

Continuar com aquilo que não tem interesse

É bom ver que as minhas sugestões são tão interesssantes que ninguém é capaz de parar de as comentar! Ups... afinal não...
Mas isso não interessa nada! (e agora tive uma flashback que não queria mesmo nada ter tido)

Porque as opções podem facilmente ser extremamente mal interpretadas (ou então não, mas sempre dá para escrever mais qualquer coisita), vou-me dedicar no presente post a falar um bocadinho de cada uma delas:

- a vida de qualquer pessoa, que não as três actuais contributors, que seja capaz e provavelmente passe por este blog; Já se manifestaram contra esta opção, não que isso vá ser levado em conta, mas provavelmente não se trata de uma boa hipótese dado o reduzido número de pessoas que está atento ao que aqui se faz.

- a vida de qualquer pessoa que, não as três actuais contributors, que seja incapaz e provavelmente não passe por este blog; Ou seja, isto bem que dava pano pra mangas... mas, pelo menos no meu caso, não sou a pessoa mais actualizada deste mundo, e sinceramente não vejo grande interesse em ser.

- os interessantes acontecimentos da vida das três actuais contributors...; Outra vez, no meu caso, poder-se-á resumir à progressiva reducção no tempo que demoro em "andar" de divisão em divisão da minha casa.

- a sociedade no geral e a podridão em particular; A podridão em particular pode dar frutos, pode-se, por exemplo referir a necessidade de guardar alguns tipos de fruta no frigorífico porque senão apodrecem com muita facilidade.

- sexo de uma forma menos nua e crua, ou seja, "o" amor; Eu, pessoalmente, não tenho muito a dizer sobre isto...

- política, religião e castidade; Pois... sobre isto também não. Posso sempre tentar: política e castidade, duas formas de não falar sobre a minha vida, religião, aquilo que falta.

- o oposto de política, religião e castidade, por exemplo, o caos, o ateísmo e a prostituição; Pelo menos uma destas três coisas eu percebo...


Se, na leitura deste post, se restringirem apenas a esta secção irão poupar muito tempo.
Balanços:
Interesse - 0%
Relevância - 0%

Introduzindo plano D

Moving on para novo plano...
propostas para temas:

- a vida de qualquer pessoa, que não as três actuais contributors, que seja capaz e provavelmente passe por este blog;
- a vida de qualquer pessoa que, não as três actuais contributors, que seja incapaz e provavelmente não passe por este blog;
- os interessantes acontecimentos da vida das três actuais contributors...;
- a sociedade no geral e a podridão em particular;
- sexo de uma forma menos nua e crua, ou seja, "o" amor;
- política, religião e castidade
- o oposto de política, religião e castidade, por exemplo, o caos, o ateísmo e a prostituição

Submetem-se os temas a votação e esperam-se outras propostas...

Abortar Plano C!!!

Tendo em conta as 3 contributors, na minha opinião, acho que é melhor acabar por aqui o assunto. É melhor falarmos sobre a vida dos outros, ou seja, efectivamente falarmos sobre alguma coisa. Ainda me acusam de tudo estar a fazer para sabotar o Covil...

E só Deus sabe o amor que eu lhe tenho. Pois sim... (sai uma reviradela de olhos!)

O sexo e eu

Eu axo que ainda devíamos dar uma hipótese à patrícia de nos deslumbrar com a sua capacidade de escrever posts e, assim, trazer uma lufada de ar fresco a este blog bolorento e xeio de mofo, e axo também que falar de sexo não é a melhor forma de lhe tirar as teias de aranha... mas nunca fez mal tentar. (devo dizer que se não se escreverem posts sobre o que quer que seja, por mais contributors kisto tenha, nunca "irá ir a lado algum", mas pronto)

Aqui vai: sexo, muitas pessoas acham que se refere à qualidade dos órgãos genitais do pessoal e à frequência com que são utilizados. Eu diria que é uma boa actividade a realizar para perder calorias, é isso e um bom banho... :P

Preconceitos à parte, o meu é feminino e partilho-o com o masculino... ou hei-d partilhar...

Espero ter sido ordinária o suficiente :P

Plano C

Depois de ter sido remodelado, após termos arriscado na "contratação" da Patrícia como contributor, ouso sugerir o "plano C" como resposta à crise que se verifica no Covil... desde o seu início.

Toca a falar (para muitos, papaiar) sobre SEXO!

Trenguices do dia-a-dia

Pessoalmente, considero que uma forma de aprender a lidar com certas e determinadas situações que costumam repetir-se no nosso dia-a-dia é ir experimentando diversas formas de reacção.

Num caso específico, ainda não sei bem qual a maneira ideal de reagir a uma recepcionista que se recusa a atender as pessoas insistindo em gargalhar com as colegas que se encontram no arquivo.
Hoje presenciei uma forma de lidar com este tipo especial de recepcionista. Barafustar coisas do género: "Isto é coisa que se faça!" "Mas tão aki pa trabalhar ou nao?!" e o sempre eficaz: "Tá na hora do meu tratamento pá!!"
O resultado foi que a dita cuja recepcionista fez questão de se rir cada vez mais alto de forma a demonstrar que aquele tipo de acusações eram completamente incapazes de a afectar. O único que a fez aproximar-se do guichet foi o "Tá na hora do meu tratamento pá!!".

Começo a pensar que se toda gente de cada vez que estiver numa fila à espera que determinada pessoa acabe a sua conversa telefónica para ser atender, berrar que está na hora do seu tratamento, as filas em Portugal terão um fim...

Sunday, October 02, 2005

Xeguei

Mais duas!!!

Este post destina-se a assinalar a entrada para o mundo da blogosfera no geral, e neste blog em particular, de duas jovens mentes brilhantes da actual sociedade em que vivemos actualmente. No entanto, é de acrescentar que isto só será possível caso estas decidam ACEITAR OS CONVITES já "metidos no correio" (e provavelmente a residirem, presentemente, no junk mail de cada uma...).

Bem vindas!!!!